segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Natal em forma de poesia (6ºC)

O pinheirinho já está enfeitado!
Eu estou fascinado…
Todas as ruas estão iluminadas e
já se sente o cheiro das rabanadas.

O Natal está a chegar…
Ouvem-se histórias de encantar
e eu estou a pensar
que prendas me vão dar…

Não existe Natal ideal, só o que nós criamos.
Mas que o espírito natalício, a paz e o amor irradiem
por toda a humanidade, todos os dias.
É com muito carinho que, através desta mensagem…
Desejo um maravilhoso Natal!

Tiago Marafão, nº15 – 6ºC









Natal é tempo de dar, sem pensar em receber…
É tempo de alegria e de compaixão.
Natal é servir os mais necessitados e pobres,
é ajudar aqueles que não têm como sobreviver.
Neste momento de crise,
todos nós, ricos ou pobres devemos dar!
Dar brinquedos que não usamos, roupas, livros,
Sorrisos, um abraço ou um carinho.
O carinho de que tanta gente precisa,
do mais jovem ao mais idoso…
Todos têm uma história para contar e,
neste Natal, quero que a minha se resuma a:
FELICIDADE, IGUALDADE, ENTREAJUDA, LIBERDADE, LUZ,
TOLERÂNCIA, AMOR, ALEGRIA, NOVIDADE…

José Pio, nº6 – 6ºC

Natal em forma de poemas (6ºA)

É no Natal
Que a família vamos juntar.
Ter muitas prendas para receber e dar.

Vamos à missa do Galo,
para o nascimento do menino Jesus celebrar.
Nela me lembro da paz no mundo
Que Deus ajudou a concretizar.

É tempo de amor e paz,
de refletir nas nossas atitudes e vivências,
de corrigir os nossos erros
e diminuir carências.

Carências físicas e psicológicas
existem na nossa comunidade
e nós passamos por elas
sem um pingo de solidariedade.

É tempo de modificar comportamentos,
de partilha e de amor.
É tempo de estar em família,
é tempo de haver calor nos corações.

Do peru às rabanadas,
do bacalhau às filhós.
Na ceia de Natal,
nada falta na casa dos meus avós!

Quem me dera que, no mundo,
todos pudessem dizer igual…
Todos celebrassem esta quadra,
Sem carências
Pelo menos no Natal.

Com a crise que aí vem,
Não sei se isto se vai concretizar.
Mas desejo um feliz Natal a todos,
para um bom ano começar!!!

Mariana Santos, nº14 – 6ºA

Natal
Podia ser todos os dias…
Se conseguíssemos que o espírito e a solidariedade presentes nesta data especial
se mantivessem o ano inteiro nos nossos corações.
Por que é que nesta época estamos mais sensíveis?
Provavelmente… é a magia do Natal!

Pedro Silva, nº17 – 6ºA

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Sólidos Platónicos

Ao longo da História, grandes filósofos e matemáticos dedicaram a sua vida inteiramente ao estudo da geometria, sendo os matemáticos da Grécia Antiga os mais conhecidos. Por exemplo, a escola de Pitágoras (ou pitagórica) tinha como lema "Tudo são números", enquanto que a escola de Platão (designada também de Academia) tinha uma inscrição sobre a porta que dizia: "Não entre aqui ninguém que não seja geómetra".

Em 400 a.C, Platão descobriu a existência de um tipo de sólidos, denominados de Sólidos Platónicos, já conhecidos pelos pitagóricos, sendo utilizados alguns deles pelos egípcios na arquitectura. Foi o primeiro matemático a demonstrar que existem apenas cinco poliedros regulares: o cubo, o tetraedro o octaedro, o dodecaedro e o icosaedro.

Segundo o seu livro Timeu, escrito por volta do ano 350 a.C, Platão apresentou uma teoria em que atribuía a cada um dos sólidos platónicos, um elemento dos “quatro elementos” da natureza: o fogo, o ar, a terra e a água. Para Platão, o Universo era formado por um corpo e uma alma, ou inteligência. Na matéria havia porções limitadas por triângulos ou quadrados, formando-se elementos que diferiam entre si pela natureza da forma das suas superfícies periféricas. Alguns séculos mais tarde (séc. XVI e XVII), Johannes Kepler, astrónomo e matemático alemão, inspirou-se nos poliedros regulares para estudar o movimento dos seis planetas conhecidos até à época (Saturno, Júpiter, Marte, Terra, Vénus e Mercúrio) e publica a sua obra The Cosmographic Mystery, onde utiliza um modelo do sistema solar composto por esferas concêntricas, separadas umas das outras por um cubo, um tetraedro, um dodecaedro, um octaedro e um icosaedro para explicar as distâncias relativas dos planetas ao sol. É também Kepler, que vai descobrir o primeiro poliedro regular côncavo, que é o dodecaedro estrelado, de faces regulares que resulta do prolongamento das faces do dodecaedro.

No séc. XVIII, Louis Poinsot descobriu três novos poliedros regulares não convexos. Até à data existem no total nove poliedros regulares. Augustin-Louis Cauchy, matemático francês, provou que não existem mais poliedros regulares. A teoria formulada por Platão só se aplica a poliedros regulares convexos.

XXX Olimpíadas Portuguesas de Matemática (OPM) 2011

1ª Eliminatória
09 de Novembro de 2011


A atividade teve inscrições abertas aos alunos de todas as turmas do 2º Ciclo (53 alunos inscritos), do 3º Ciclo (35 alunos inscritos) e do Ensino Secundário, incluindo Cursos Profissionais (21 alunos inscritos). Participaram efetivamente 64 alunos em todas estas categorias: Pré-Olimpíadas, Categoria Júnior e Categorias A e B. Quer o número de inscritos, quer o número de provas realizadas, constituíram um aumento relativamente aos níveis registados no ano letivo anterior, o que demonstra um interesse crescente dos alunos por esta atividade e um maior empenho dos docentes de Matemática na sua divulgação e implementação.

Os objetivos foram atingidos na sua totalidade. A organização e a aplicação da atividade decorreram normalmente, destacando-se a boa adesão dos alunos. O apuramento dos resultados realizou-se graças à colaboração de todos os professores do Grupo 500 e do Grupo 230.

Todo o processo foi organizado atempadamente, tendo sido criados materiais que permitissem a realização da prova de uma forma eficaz: material de divulgação, listas de participantes, grelhas de correção e listas de resultados. Os resultados desta atividade foram enviados à entidade organizadora da prova, a Sociedade Portuguesa de Matemática.

O Professor Responsável: Paulo Santos.